Senhoras e senhores, finalmente as histórias de Victoria Schwab começam a chegar nas nossas estantes em português para nós pobres mortais que entendemos bulhufas de inglês. Confesso que, por um tempo achei que meu primeiro contato com a autora seria pela obra Vicious ou A Darker Shade of Magic, mas quando vi A Guardiã de Histórias entre os lançamentos de abril do selo Bertrand Brasil, não exitei um instante em solicitar para resenhar aqui no blog.
- Eu patrulho os estreitos - diz.
- Eu caço Histórias - digo.
- Eu as devolvo para o arquivo.
Vira um jogo sussurrado e ofegante.
- Escondo quem eu sou.
- Luto com os mortos.
- Minto para os vivos.
- Estou só.
Em Guardiã de Histórias estamos diante do universo de Mackenzie Bishop, ou apenas Mac, uma garota de dezesseis anos a serviço do Arquivo, lugar guardado por Bibliotecários, onde os mortos são chamados de Histórias e repousam em prateleiras como se fossem livros, um lugar responsável por proteger o passado e o conhecimento. Ocorre que, uma vez ou outra, determinadas Histórias despertam e fogem do Arquivo, onde acabam parando nos Estreitos, um lugarzinho cheio de corredores e portas para diversos lugares entre o aqui e o lá, guardado pelos Guardiães.
Mac se tornou uma Guardiã aos 12 anos, sob a tutela do seu falecido avô, e é através das lembranças dela que vamos conhecendo mais sobre o mundo dos Guardiões e dos Bibliotecários. Sem dúvidas o que me atraiu no livro foi toda essa mitologia criada pela autora, é diferente, novo e vai inserindo o leitor nesse cenário aos poucos. Então, se você se sentir um pouco confuso no início, calma e segue em frente que você terá as respostas para suas perguntas.
A história começa em um ponto delicado na vida de Mac, o que deu um toque de profundidade interessante ao enredo, pois a personagem acabou de perder o irmão mais novo e sua família está tentando a passos lentos se estruturar novamente em um novo lugar. Devo mencionar que talvez esse seja o primeiro jovem adulto que eu pego onde a presença dos pais de um protagonista é mais constante e não um fato meramente introdutório. Mas, voltando, o novo lar de Mac não é tão novo assim, na verdade é um antigo hotel que depois de muitos anos e segredos, tornou-se um prédio residencial.
Não sei se passou pela cabeça de vocês, mas um lugar assim é cheio de história (dá para entender o trocadilho?), motivo pelo qual Mac vai ter muito trabalho para fazer, principalmente quando um número significativo de Histórias passa a despertar nos Arquivos. Então, alguém tem que limpar essa bagunça e não preciso dizer quem.
Enfim, gostei muito de A Guardiã de Histórias, foi um livro que cumpriu com todas as minhas expectativas, mesmo que tenha rolado um quase triângulo amoroso. Apesar de ser o primeiro livro de uma trilogia, sem previsão de lançamento do terceiro livro (como assim?), Victoria Schwab fechou o livro certinho, e espero conferir em breve a continuação para conhecer ainda mais os segredos do Arquivo.
Mac se tornou uma Guardiã aos 12 anos, sob a tutela do seu falecido avô, e é através das lembranças dela que vamos conhecendo mais sobre o mundo dos Guardiões e dos Bibliotecários. Sem dúvidas o que me atraiu no livro foi toda essa mitologia criada pela autora, é diferente, novo e vai inserindo o leitor nesse cenário aos poucos. Então, se você se sentir um pouco confuso no início, calma e segue em frente que você terá as respostas para suas perguntas.
- O Arquivo precisa de funcionários - diz ela. - Guardiões são sempre necessários nos Estreitos. Equipes são sempre necessárias no Exterior. E Bibliotecários são sempre necessários no Arquivo. É uma escolha, Mackenzie, saiba disso. É apenas uma questão de quando a escolha é oferecida.
A história começa em um ponto delicado na vida de Mac, o que deu um toque de profundidade interessante ao enredo, pois a personagem acabou de perder o irmão mais novo e sua família está tentando a passos lentos se estruturar novamente em um novo lugar. Devo mencionar que talvez esse seja o primeiro jovem adulto que eu pego onde a presença dos pais de um protagonista é mais constante e não um fato meramente introdutório. Mas, voltando, o novo lar de Mac não é tão novo assim, na verdade é um antigo hotel que depois de muitos anos e segredos, tornou-se um prédio residencial.
Não sei se passou pela cabeça de vocês, mas um lugar assim é cheio de história (dá para entender o trocadilho?), motivo pelo qual Mac vai ter muito trabalho para fazer, principalmente quando um número significativo de Histórias passa a despertar nos Arquivos. Então, alguém tem que limpar essa bagunça e não preciso dizer quem.
Enfim, gostei muito de A Guardiã de Histórias, foi um livro que cumpriu com todas as minhas expectativas, mesmo que tenha rolado um quase triângulo amoroso. Apesar de ser o primeiro livro de uma trilogia, sem previsão de lançamento do terceiro livro (como assim?), Victoria Schwab fechou o livro certinho, e espero conferir em breve a continuação para conhecer ainda mais os segredos do Arquivo.
Muito obrigada Bertrand Brasil e o pessoal do Grupo Editorial Record pelo envio do exemplar!
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