Por Outros Reinos: Unbreakable Kimmy Schimdt

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A série de 13 episódios Unbreakable Kimmy Schimdt estreou no Netflix no dia 6 de março de 2015. E tenho que admitir que não dei nada por ela, fui assistir algum tempo depois, naqueles domingos de chuva que estamos entediados (mas, na verdade o tédio sempre é desculpa para não fazermos o que temos que fazer - rs) e fiquei totalmente admirada pelo teor da comédia de Tina Fey e de Robert Carlock que criam um enredo cômico por si só, com situações e personagens exageradas – no bom sentido, já que a história demanda um bom exagero – e engraçadíssimas, apesar do alto teor polêmico dessa comédia. Só a entrada da série, com a música tema (composta por Jeff Richmond) já te faz rir.



O enredo é particularmente diferente. Kimmy Schimdt (Ellie Kemper) é uma mulher que ficou presa com outras três mulheres: Cyndee Pokorny (Sara Chase), Gretchen Chalker (Lauren Adams) e Donna Maria (Sol Miranda) em um bunker, na cidade de Durnsville, Indiana, pois o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm) as obrigou a participar de sua seita apocalíptica, dizendo que o mundo tinha acabado. Como eram ingênuas e foram alienadas pelo fanático, elas ficaram no bunker, sendo resgatadas pela SWAT apenas 15 anos depois. Após se tornarem famosas as Mole Women, ou Mulheres Toupeira, como foram apelidadas, realizaram uma entrevista para um programa de TV na cidade de Nova Iorque, além disso ganharam diversas doações para refazer suas vidas. Kimmy, decide ficar em Nova Iorque e recomeçar sua vida ali. Ela vai morar com Titus (Tituss Burgess) que ganha sua vida como robô na Times Square. E acaba ganhando um emprego na casa de Jacqueline Voorhes (Jane Krakowski), a partir daí a história vai se desenvolvendo.


Os episódios tem duração de 20 a 30 minutos, ou seja, dá para ver a série tranquilamente em um feriado – rs. Recomendo essa série para os que gostaram dos trabalhos anteriores de Tina Fey (como “30 Rock”), já que tem grande expressão desta criadora, e para aqueles que curtem uma comédia que ao mesmo tempo é inteligente e que brinca fortemente com estereótipos, assuntos polêmicos e um pouco de humor negro.


p.s.: Oi, agora é a Marina! Não posso deixar de desejar mais uma vez boas vindas a nossa nova colunista!

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